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Notícias do Blog Tudo de Motos


Pequena esportiva tem motor de 2 cilindros e 250 cc.Moto estreia novo farol dianteiro em formato de bumerangue.

A Honda CBR 250RR foi lançada nesta segunda-feira (25) na Indonésia. O modelo inédito possui motor de 2 cilindros, com refrigeração líquida, e será concorrente de Kawasaki Ninja 300 e Yamaha YZF-R3. Os dados de desempenho do motor ainda não foram divulgados.

A pequena esportiva chega para ser uma evolução, comparada a CBR 250R, que tem motor de 1 cilindro e conjunto mais simples. De acordo com a empresa, as vendas começam no final do ano na Indonésia e os planos são de o modelo chegar depois ao Japão.
Ainda não há informações sobre a chegada da CBR 250RR ao Brasil. A moto é a versão de produção do conceito que foi apresentado no Salão de Tóquio 2015.



Visual radical e tecnologia

A Honda trabalhou profundamente o visual da CBR 250RR, inclusive, estreando um novo conceito de farol dianteiro com dois faróis de estilo bumerangue.
Destaque também para o escapamento com duas saídas e a rabeta bem alta e esportiva, com luzes de LED.



O modelo tem acelerador eletrônico e 3 mapas de funcionamento do motor.
Assim, o motociclista pode escolher entre uma entrega de potência mais linear ou mais esportiva.

Com balança de alumínio e suspensões dianteiras invertidas, a moto também tem freios ABS e com discos nas duas rodas.

Com informações do G1, em São Paulo


Confira o Vídeo Oficial da Honda - Indonésia:

Marc Marquez, Repsol Honda Team - Comemora a vitória com uma grande estratégia da equipe - Foto: MotoGP

Mais um MotoGP com chuva e mais uma vez, os protagonistas mudam. A corrida é outra quando o piso está molhado. Logo se vê quem consegue se manter com a pista molhada e quem literalmente alivia a mão.
Além disso, quem geralmente não aparece no seco, pode se arriscar um pouco mais, pois tem menos a perder. As primeiras voltas no circuito de Sachsenring, na Alemanha tinha entre as primeiras posições, Danilo Petrucci, Hector Barbera e Jack Miller. Difícil de acreditar? Jack Miller estava disposto a não ser mais uma "zebra" e fazia uma corrida surpreendente. 
Márquez saiu na frente, mas não conseguiu segurar a posição por muito tempo e foi caindo de posições. Rossi consegue se manter bem no molhado e chegou a liderar. Danilo Petrucci andava bem, assumiu a ponta com Dovizioso em segundo e Rossi em terceiro.
Faltando 24 voltas para o fim, parou de chover e nesse momento entra na corrida a estratégia e a inteligência. Três voltas depois Petrucci caía e deixava a ponta para Dovizioso. Porém, algo que mudaria ainda mais o rumo da corrida acontecia lá atrás: Márquez trocava de moto, com um pneu da frente para pista seca e o traseiro intermediário. 

Danilo Petrucci, Andrea Dovizioso, Valentino Rossi -  uma boa parte da corrida foi assim  - Foto: MotoGP

A medida que o circuito secava, Márquez ganhava posições. A equipe chamou Rossi várias vezes para trocar para uma moto com pneus slick, mas o italiano se recusava e só foi para os boxes quando o líder Dovizioso entrou também. Além de ter demorado demais para ir para os boxes, Rossi foi lento na troca de motos, isso faltando apenas 8 voltas para o final.
A essa altura a corrida já ganhava o formato final. Márquez ganhando posições chegou a ponta com Redding em segundo e Cal Crutchlow em terceiro. A pressão de Crutchlow deu tanto resultado que passou Redding conquistando o segundo degrau do pódio. 
Dovizioso, que foi o melhor na troca de motos, também passou Redding pouco antes do final e conseguiu o terceiro lugar.
Márquez chegou tão tranquilo na frente que pôde desacelerar e comemorar a vitória antes da bandeirada.

Marc Marquez, Repsol Honda Team - Foto: MotoGP

Dessa vez podemos dizer que a estratégia venceu. Claro, combinando isso com o desempenho de um piloto excepcional. Mas fica a lição de um guri de apenas 23 anos. Ah sim, Valentino Rossi (de 37 anos) chegou em 8º e Lorenzo que não foi citado no texto, em 15º.

Resutado do MotoGP da Alemanha - Sachsenring (7 primeiros):

1 -  M. MARQUEZ 47:03.239
2 -  C. CRUTCHLOW +9.857
3 -  A. DOVIZIOSO +11.613
4 -  S. REDDING +11.992
5 -  A. IANNONE +22.755
6 -  D. PEDROSA +25.920
7 - J. MILLER +26.043
Brasileiro de Motocross chega a Exrema - MG - Foto: César Araujo/Vipcomm

O Campeonato Brasileiro de Motocross desembarca pela primeira vez na cidade de Extrema, a 492 quilômetros da capital Belo Horizonte, em Minas Gerais. A competição promete disputas acirradas na terceira etapa, marcada para este final de semana (16 e 17) no Parque de Eventos da cidade. Os fãs do off-road terão acesso gratuito ao evento para ver de perto os competidores das categorias MX1, MX2, MX3 e MXJr.

Jean Ramos lidera o Brasileiro de Motocross e o Arena Cross - Foto: Mau Haas

O circuito é inédito e possui 1400 metros, com trechos que exploram o relevo natural do lugar. Estão confirmados Gabriel Andrigo e Bernardo Zapelini na classe MXJr e Brayan Soares na MX2, além dos representantes da equipe Honda Ipiranga IMS Rinaldi: Caio Lopes (MX2), Venicio Voigt (MX1) e o esloveno Roman Jelen (MX3). Eles utilizarão pneus dos modelos SR 39, HE 40 e RMX 35, da linha off-road da Rinaldi.

Caio Lopes - Foto: Café Fotos/Mundo Press

O gaúcho Gabriel Andrigo está motivado pelo atual momento da carreira. O piloto de 11 anos irá representar o Brasil na classe 85cc do Loretta Lynn 2016, que será realizado no início de agosto nos Estados Unidos. A competição é famosa por revelar grandes talentos do motocross. “Tive um bom resultado na corrida classificatória, um terceiro lugar, e os quatro primeiros conseguiram a vaga para correr no Loretta Lynn 2016. Foi divertido e ainda aprendi muitas técnicas por lá. Acredito que a experiência vai me ajudar na corrida do final de semana. O objetivo é largar bem e conseguir lugar no pódio”, explicou.

Vice-líder da categoria MX3, Roman Jelen precisará de superação em Extrema. “Sofri uma queda forte nos treinos e machuquei o ombro e o braço. Ainda sinto dores, mas optei por competir no final de semana para somar o máximo possível de pontos na tabela. Vou analisar as minhas limitações físicas na pista durante os treinos livres e cronometrados e fazer o melhor na corrida, já que o objetivo maior é brigar pelo título da temporada”, concluiu o esloveno.

Jetro Salazar, segundo no Brasileiro de Motocross - Foto: César Araujo/Vipcomm

Na Mx1, Jetro Salazar, piloto da Escuderia X está em segundo, com 80 pontosPaulo Alberto, da Equipe Honda, é o terceiro colocado na principal categoria, após uma corrida sensacional que lhe garantiu o segundo lugar na última etapa, realizada em Paty de Alferes (RJ). Com isso, o português,  que pilota uma Honda CRF 450R, tem 74 pontos, 14 a menos que o líder da temporada, Jean Ramos da Yamaha. Aliás Jean lidera tanto no Brasileiro de Motocross quanto no Arena Cross.

Campeonato Brasileiro de Motocross 2016 – 4ª Etapa
Data: 16 e 17 de julho
Local: Parque de Eventos de Extrema–MG (Avenida Delegado Waldemar Gomes Pinto)
Entrada: Gratuita

Programação*
16/7 – Sábado
Das 9h30 às 9:50h – Treino livre classe MX3
Das 10h às 10h30 – Treino livre MX2
Das 10h40 às 11h10 – Treino livre MX1
Das 11h20 às 11h40 – Treino livre MXJR
Das 13h às 13h04 – Treino de largada MX3
Das 13h04 às 13h25 – Treino cronometrado MX3
Das 13h35 às 14h05h – Treino cronometrado MX2
Das 14h15 às 14h45 – Treino cronometrado MX1
Das 14h55 às 15h15 – Treino cronometrado MXJR
15h50 – Corrida MX3 (20 minutos mais duas voltas)
16h20 – Pódio MX3

17/7 – Domingo
Das 9h às 9h04 – Treino de largada MX2 
Das 9h04 às 9h20 – Warm up MX2
Das 9h30 às 9h34 – Treino de largada MX1 
Das 9h34 às 9h50h – Warm up MX1
Das 10h às 10h04 – Treino de largada MXJR 
Das 10h04 às 10h20 – Warm up MXJR
10:50 - 1ª corrida MX2 (30 minutos + duas voltas)
12h30 - 1ª corrida MX1 (30 minutos + duas voltas)
13h30 - Corrida MXJR (20 minutos + duas voltas)
14h - Pódio MXJR
14h10 – Cerimonial de abertura
14h30 - 2ª corrida MX2 (30 minutos + duas voltas)
15h15 - Pódio MX2
15h30 - 2ª corrida MX1 (30 minutos + duas voltas)
16h15 - Pódio MX1

* A programação é fornecida pela organização do evento e está sujeita a alterações.

Classificação do Campeonato Brasileiro
Mx1
1º Jean Ramos  88 pontos
2º Jetro Salazar 80
3º Paulo Alberto  74
4º Carlos Campano 70
5º Adam Chatfield 61
9º Hector Assunção 51
10º Wellington Garcia 45

Mx2
1º Gustavo Pessoa 89 pontos
2º Fábio Santos 87
3° Enzo Lopes 84
4º João Ribeiro 73
5º Pepê Bueno 66

MxJr
1º Leonardo Cassarotti 50 pontos
2º Tallys Nathan 40
3° Joaquin Antonio Neto 38
4º Rafael Araújo 34
5º Leonardo Nunes 34
6º Bruno Schmitz  34


As motocicletas equipadas com motor de quatro cilindros sempre foram sonho de consumo do brasileiro. Desde que a Honda CB 600F Hornet e a CBR 600F deixaram de ser fabricadas no final de 2014, coube a família CB 650 atender aos anseios do piloto apaixonado pelo som e desempenho típicos dessa motorização. Para 2017, a família CB 650 ganhou novos grafismos e um aumento de 10% no preço da versão com freios ABS, a única que será comercializada nas concessionárias ainda no mês de julho. Os preços públicos sugeridos pularam de R$ 34.137 para R$ 37.000 na CB 650F (naked) e de R$ 35.431 para R$ 38.800 na CBR 650F (sport-touring).

Exclusivos aos consumidores brasileiros, as novas cores e grafismos da CB 650 foram inspirados nas motos da HRC – divisão de competição da Honda. Com grafismos mais joviais, os modelos estarão à disposição em duas opções de roupagem: a tricolor – vermelha, branca e azul, com rodas douradas – e a vermelha e preta, com rodas pretas.



No restante, as duas quatro cilindros de média capacidade da Honda não sofreram mudanças visíveis ao piloto ou sequer na ficha técnica. Segundo a Honda, os dois modelos receberam novo mapeamento da injeção e alguns ajustes para atender à segunda fase do PROMOT 4 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares). Entre eles, a adoção de filtro de carvão ativo para emissões evaporativas do tanque de combustível e aprimoramentos no sistema de catalisador. Mas o desempenho continuou o mesmo: a potência máxima de 87 cv a 11.000 rpm e torque de 6,4 kgf.m a 8.000 rpm.



Outra mudança na linha CB 650 é o prazo de garantia que passou de um para três anos, sem limite de quilometragem. Além da garantia, o fabricante oferece o Honda Assistance – serviço de atendimento aos consumidores que contempla resgate e assistência ao motociclista. Caso haja alguma pane, acidente ou roubo o serviço oferece guincho e transporte para o piloto no Brasil e países da América do Sul como Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai e Venezuela.

Por Aldo Tizzani - Infomoto


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